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E F E M É R I D E S

8 DE MAIO

 1782

Marquês de Pombal      Nasceu a 13 de maio de 1699

A 8 de maio de 1782, morre, em Pombal, Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal e Conde de Oeiras. Poderoso ministro do rei D. José I de Portugal, o seu nome fica para sempre ligado ao tenebroso processo dos Távoras e à reconstrução de Lisboa depois do terramoto de 1755.

 1939

Inauguração do Pavilhão de Portugal na Feira Mundial de Nova Iorque

Na tarde de 6 de maio de 1939, João António Bianchi, ministro de Portugal em Washington, inaugura o Pavilhão de Portugal na Exposição Mundial de Nova Iorque. O projeto de arquitetura esteve a cargo de Jorge Segurado, autor de obras emblemáticas na cidade de Lisboa, como a Casa da Moeda e o Liceu (atual Escola Secundária) Dona Filipa de Lencastre.

Fonte: Diário de Lisboa n.º 5912, de 09-05-1939, p. 7. Col. 4

Esta exposição mundial, vocacionada para «o mundo de amanhã» foi inaugurada a 30 de abril de 1939, tendo estado patente ao público até 27 de outubro de 1940.

À esquerda, vista parcial do Pavilhão de Portugal e, à direita, baixo-relevo na parede frontal.

 1945

Data formal do fim da II Guerra Mundial na Europa

Após o suicídio de Hitler, ocorrido a 30 de abril de 1945, o que restava do exército alemão rende-se aos Aliados, a 7 de maio. Pretendia-se que o fim da II Grande Guerra na Europa fosse comemorado apenas no dia 9, mas, a 8 de maio de 1945, inúmeras capitais europeias (Lisboa incluída) já comemoravam o fim da II Grande Guerra na Europa. Salazar dirige-se às embaixadas americana e britânica e à legação francesa, a fim de apresentar cumprimentos aos representantes dos países ocidentais que venceram este conflito. Esteve também presente na Assembleia Nacional, reunindo-se aos deputados que manifestavam o seu agrado pelo fim das hostilidades, tendo salientado que «a Providência dispôs em seus altos desígnios que pudéssemos atravessar o conflito sem sermos direta e ativamente envolvidos nele».

Fonte: Diário de Lisboa n.º 8063, 2ª Tiragem, de 08-05-1945, 25º ano de publicação, pp. 1, 4 e 5

De acordo com testemunhos prestados por quem viveu este acontecimento, o povo de Lisboa saiu à rua gritando vivas aos vencedores deste conflito, hasteando bandeiras dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e do Benfica. Sim, do Benfica, já que a bandeira vermelha da União Soviética – um dos vencedores da guerra na Europa - não era permitida pela polícia política.