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Efemérides do dia 3 de setembro



A carruagem em que seguia o rei D. José I de Portugal é intercetada

Na noite de 3 de setembro de 1758, a carruagem em que seguia o rei de Portugal D. José I é intercetada por três homens, que disparam sobre os ocupantes.

Nunca ficou provado que fosse um atentado contra o Rei, considerando alguns historiadores que os tiros eram para um tal Pedro Teixeira com o qual o Duque de Aveiro tinha um diferendo.

Outros estudiosos pensam ter-se tratado de um assalto comum já que o rei viajava incógnito numa rua perigosa de Lisboa.

Outros encaram, ainda, a hipótese do primeiro-ministro Sebastião José de Carvalho e Melo ter-se aproveitado deste assalto para incriminar a família Távora e o Duque de Aveiro que lhe faziam frente, sendo este último visto por alguns elementos da nobreza como um forte candidato ao trono de Portugal em virtude de D. José I não ter um herdeiro masculino.

A imagem que acompanha esta efeméride é a reprodução de um desenho alegórico relativo ao hipotético atentado sofrido por D. José I da autoria de Francisco Vieira de Matos (1699-1783), existente no Museu de Lisboa.

Expulsão e Extermínio dos Regulares da Companhia de Jesus

A 3 de setembro de 1759, o Rei Dom José I de Portugal proclama a Lei de Extermínio, Proscrição e Expulsão dos seus Reinos e Domínios Ultramarinos dos Regulares da Companhia de Jesus, alegando que esta se tornara quase tão poderosa quanto o Estado, ocupando funções e atribuições mais políticas que religiosas.

Os colégios e as missões que até ai eram da responsabilidade da Companhia de Jesus, passam a ter direções leigas.

II Grande Guerra: a Inglaterra e a França declaram guerra à Alemanha

A 3 de setembro de 1939, a Inglaterra e a França declaram guerra à Alemanha.

Um pavoroso incêndio destrói o Museu Nacional do Brasil

Na noite de 2 para 3 de setembro de 2018, um pavoroso incêndio destrói o Museu Nacional do Brasil, o que constituiu uma perda irreparável para a cultura do Brasil e de Portugal em particular e para a América Latina em geral.

Fundado por D. João VI há exatamente 200 anos, tinha mais de 20 milhões de peças no seu acervo.