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Aconteceu a 6 de outubro de 1999



Morte de Amália Rodrigues

Às oito horas da manhã do dia 6 de outubro de 1999, a secretária particular da fadista Amália Rodrigues encontra-a sem vida na sua casa de Lisboa.

António Guterres, na altura Primeiro-ministro de Portugal, decretou três dias de luto nacional.

Até à data da sua morte, tinham sido editados, em 30 países, 170 álbuns com interpretações suas que alcançaram 30 milhões de cópias em todo o mundo.

Amália foi enterrada no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa. Dois anos depois, a 8 de Julho de 2001, os seus restos mortais foram transladados para o Panteão Nacional, última morada das personalidades mais ilustres de Portugal.

Segundo os registos oficiais, Amália da Piedade Rebordão Rodrigues nasceu em Lisboa, a 23 julho de 1920. No entanto, a fadista sempre referiu que havia nascido uns dias antes, mais precisamente a 1 de julho de 1920.

Foi a primeira fadista a cantar líricas de Camões e trovas de D. Dinis e os principais poetas seus contemporâneas como José Carlos Ary dos Santos, Alexandre O'Neill, David Mourão Ferreira, Pedro Homem de Mello ou Manuel Alegre sentiram-se honrados por ver poemas seus interpretados pela voz de Amália, considerada a mais expressiva fadista de sempre.

Amália levou o nome de Portugal a todos os cantos do Mundo, cantando em português, castelhano, galego, francês, italiano e inglês.




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