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Efemérides do dia 16 de novembro



Nascimento de Jean le Rond d'Alembert
Morreu a 29 de outubro de 1783

A 16 de novembro de 1717, nasce, em Paris, Jean le Rond d'Alembert, filósofo, matemático e físico francês, que participou na edição da Encyclopédie.

Morte de Catarina, a Grande
Nasceu a 2 de maio de 1729

A 16 de novembro de 1796, morre, em Tsarskoye Selo, a czarina russa Catarina, a Grande.

Subiu ao trono após uma conspiração que depôs o seu marido, czar Pedro III.

No seu reinado, ponteado pelo despotismo, a Rússia tornou-se uma das maiores potências europeias.

Nascimento de José Saramago
Morreu a 18 de junho de 2010

A 16 de novembro de 1922, nasce, em Azinhaga (Ribatejo), o escritor português José Saramago.

É autor de uma vasta obra, estando alguns dos seus livros mais representativos presentes na imagem que acompanha este artigo.

A 8 de outubro de 1998, o secretário permanente da Academia Sueca comunica a atribuição do Prémio Nobel da Literatura a José Saramago, «que, com parábolas portadoras de imaginação, compaixão e ironia torna constantemente compreensível uma realidade fugidia». O prémio ser-lhe-ia formalmente entregue numa cerimónia realizada em Estocolmo a 7 de dezembro de 1998.

Morte do engenheiro Duarte Pacheco
Nasceu a 19 de abril de 1900

A 16 de novembro de 1943 é anunciada a morte do engenheiro Duarte Pacheco, ministro das Obras Públicas e Comunicações.

Foi, provavelmente, o melhor ministro que o Estado Novo teve.

Atualmente, é apenas recordado pelo nome atribuído ao viaduto que atravessa o Vale de Alcântara, em Lisboa, e pela avenida que o antecede.

O Diário de Lisboa publicado no dia em que morreu Duarte Pacheco refere elogiosamente a sua obra em prol do desenvolvimento do país: a rede de estradas, os melhoramentos rurais, os planos de hidráulica, a obra dos Portos, as escolas, os museus, os edifícios públicos, as obras de engenharia, as barragens, as pontes, a regularização dos rios, a modernização dos correios, telégrafos e telefones, e, finalmente, entre dezenas de outros empreendimentos realizados e em curso, o plano de urbanização para todo o país.

Tinha a paixão por Lisboa, da qual fora, durante algum tempo, presidente da câmara. ssa sua paixão levou-o, enquanto ministro, a colocar a engenharia e a arquitetura a trabalhar para a modernização da capital do país: mandou construir bairros sociais e obras de grande envergadura como o Estádio Nacional, ligado a Lisboa através de uma autoestada de 8 Km (a primeira de Portugal), a Fonte Luminosa, o Instituto Superior Técnico, a Casa da Moeda e outros edifícios públicos. Incentivou a construção do aeroporto, delineou as Avenidas Novas (larguíssimas para a época), mandou construir a Estrada Marginal, impulsionou a captação de águas, desenvolveu o Porto de Lisboa, impulsionou a conclusão das obras do Arsenal do Alfeite e determinou a construção da base naval de Lisboa e da base aérea do Montijo, para além de dezenas de outras obras.